sexta-feira, 8 de julho de 2011

A futilidade das redes socias.





Bom, avaliando as redes sociais existentes, cheguei a conclusão de que por mais utilidades que elas tenham, tais não superam as INutilidades.
Pense bem: quantas pessoas você adicionou nessas redes, que você nunca viu? Quantas vezes você fingiu o seu modo de ser? Quantas máscaras foram usadas para atrair pessoas? E as relações rasas construídas nesses ambientes?
Tudo o que se pensa, é em ser atraente: ter uma boa aparência, sair para os melhores lugares, seguir os modismos. E sabe pra quê? Para tirar um monte de foto disso tudo e postar nas redes. Quanta FUTILIDADE!
Até quando viver nessa hipocrisia? Qual o propósito disso? Seria fugir da realidade? É cediço, que grande parte dessas pessoas, querem ter reconhecimento como populares, 'os que bombam na net' ... querem sempre transparecer ser alguém forte, e extremamente feliz. Quando na realidade, não passam de seres tristes, que se escondem atrás disso tudo.
Porquê tornar público coisas tão íntimas na rede? Porque não conversar com os bons e poucos amigos, se abrir, olhar no olhos...
Sabe, as vezes nos prendemos tanto, que chegamos a um ponto de não saber nos expressar pessoalmente. Aprendemos a colocar tudo na net, onde ninguém te questiona, onde ninguém vai te olhar na cara e dizer algo, que quando voltamos ao mundo real, temos dificuldade nos nossos relacionamentos.
Pare e pense, veja se realmente está se “relacionando” com outras pessoas ou se está perdendo o seu tempo. Eu não tenho interesse em saber se você acorda cedo ou tarde, se foi para uma boate da moda com amigos, se comeu comida japonesa. Avalie se você poderia estar estudando, lendo um livro, fazendo exercícios físicos ou qualquer outra coisa útil ao invés de ficar bisbilhotando ou até mesmo escrevendo coisas fúteis para os seus “amigos” sociais("amigos"= aquele povo que você nunca viu na vida, ou que você nem conhece bem). Aproveite melhor o seu dia, o seu tempo livre e até a sua noite de sono perdida nisso.
Se você gosta dessas redes, use-as, mas com moderação!

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